Sexta-feira, Setembro 26, 2008

Poemas

                                                        E por vezes

E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
 E por vezes os braços que apertamos
 nunca mais são os mesmos

E por vezes encontramos de nós em poucos meses
 o que a noite nos fez em muitos anos
 
E por vezes fingimos que lembramos
E por lembramos vezes
 
ao tomarmos o gosto aos oceanos
 só o sarro das noites não dos meses
 lá no fundo dos copos encontramos
 
E por vezes sorrimos ou choramos
 E por vezes por vezes ah por vezes
 num segundo se envolam tantos anos.


Obra: Rosa do Mundo
Autor: David Mourão-Ferreira 



                            Pequeno jardim zoológico

Teus dois pequenos seios
sorriem dentro da tarde
Eu de noite acendo fósforos
para ver como dormem.  


Teus dois pequenos roedores
Me comem os dedos
No escuro.

De manhã, asas de pássaro
nas minhas mãos.                                                             

Obra: Rosa do Mundo
Autor: Yánnis Kondós

Escrito por mister em 18:41:20 | Link permanente | Comments (1) |

Segunda-feira, Maio 26, 2008

As plantas ajudam

Quando vi o filme a cena que mais me chamou atenção, foi quando o senhor regou a planta, e quando o senhor adormeceu a planta libertou uma folha para o cobrir. Penso que essa cena nos quer dizer que, as pessoas ao tratar das plantas elas certamente nos irão ajudar muito mais que nós as ajudamos.

 Se continuarmos a poluir a Terra, todas as plantas vão morrer e nós não vamos ter oxigénio para respirar.                         

Também acho que o filme nos quer alertar para a desflorestação.

 

Escrito por mister em 11:38:56 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, Maio 15, 2008

Porque escolhi o poema

Eu escolhi este poema porque conta grandes verdades. Um dos factos que também me levou a escolher este poema, foi porque gostei muito das rimas apresentadas no poema.      

Escrito por mister em 16:28:50 | Link permanente | Comments (0) |

O Das Quinas

O das  quinas

Os Deuses vendem quando dão.
Compra-se a glória com desgraça.
Ai dos felizes, porque são
Só o que passa!

Baste a quem baste o que lhe basta
O bastante de lhe bastar!
A vida é breve, a alma é vasta:
Ter é tardar.

Foi com desgraça e com vileza
Que Deus ao Cristo definiu:
Assim o opôs à Natureza
E Filho o ungiu!

Fernando Pessoa - Mensagem

 

Escrito por mister em 16:14:59 | Link permanente | Comments (0) |

Segunda-feira, Maio 12, 2008

Amor é Fogo

Escrito por mister em 10:57:21 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, Abril 24, 2008

O sabor da Liberdade

Viemos com o peso do passado e da semente
esperar tantos anos torna tudo mais urgente
e a sede de uma espera só se ataca na torrente
e a sede de uma espera só se ataca na torrente
Vivemos tantos anos a falar pela calada
só se pode querer tudo quanto não se teve nada
só se quer a vida cheia quem teve vida parada
só se quer a vida cheia quem teve vida parada
Só há liberdade a sério quando houver
a paz o pão
habitação
saúde educação
só há liberdade a sério quando houver
liberdade de mudar e decidir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir.
     Sérgio Godinho
Escrito por mister em 14:25:18 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, Abril 17, 2008

Eu estou a ler...

Eu estou a ler “A CASA DAS SOMBRAS” de Ana Teresa Pereira
Escrito por mister em 14:25:08 | Link permanente | Comments (0) |

Dia mundial do livro

Ler é a forma mais económica de viajar. Daniel Carvalho
Escrito por mister em 14:14:26 | Link permanente | Comments (0) |

Terça-feira, Abril 08, 2008

Resumo do livro "Histórias da terra e do mar "

A madrinha de Lúcia convidou-a para ir a um baile, mas Lúcia não tinha um vestido de baile, mas o vestido a sua madrinha ia-lhe emprestar e os sapatos Lúcia iria procurar numas caixas velhas. Quando chegou ao baile Lúcia sentia vergonha, por ter um vestido muito feio e as outras raparigas terem vestidos lindos. Durante o baile várias raparigas trocavam com Lúcia por causa do vestido. Mais ou menos a meio do baile um rapaz convidou-a para dançar, mas ele tinha medo porque não sabia dançar contudo deixou-se levar pela música e dançou lindamente. Pouco tempo depois teve o azar de o sapato que tinha encontrado malas velhas ter-lhe saído do pé e ter ido parar ao meio da sala, ninguém descobriu que o sapato era dele porque Lúcia continuou a dançar em bicos de pé A sua madrinha ao fim do baile convidou Lúcia para ir viver com ela. Lúcia não queria deixar os seus irmãos e o pai mas ela sabia que tinha de escolher outro caminho e por fim acabou por aceitar o convite e assim poucos ias depois foi viver com a madrinha. A partir daí Lúcia passou a ter tudo o que queria. Algum tempo depois casou com homem muito rico. Vinte anos mais tarde Lúcia foi a um baile no mesmo sitio do primeiro que ela tinha ido. Lúcia tinha uns sapatos bordados com brilhantes verdadeiros, era tudo o que ela queria. Depois um rapaz começou a falar com ela e estendeu-lhe um sapato horroroso, azul e roto. O rapaz pediu-lhe o sapato do pé esquerdo mas Lúcia não cedia o sapato. O que nunca houve explicação foi o facto de Lúcia ter aparecido com um sapato todo roto e azul, cheio de velor e outro com brilhantes.
Escrito por mister em 09:01:06 | Link permanente | Comments (0) |

Glossário de Teatro

Cenário – Lugar onde decorre a acção. O cenário pode ser construído em tela ou em outros matérias e situa o espectador na época e no lugar em que a história se passa.
Comédia – Peça de teatro de crítica social. O seu objectivo é fazer rir o espectador.
Peça – Texto que serve de base à representação.
Teatro – Lugar onde se representam peças de teatro; conjunto das obras dramáticas de um autor ou de um país; arte de representar; profissão de actor ou actriz; fingimento.
Acção – Assunto, enredo, intriga, história(s) de uma peça de teatro.
Acto – cada uma das divisões de uma peça de teatro, que exige mudança de cenário. Um intervalo marca a passagem de um acto a outro.
Actor – Aquele que representa uma ou mais personagens numa peça de teatro.
Cena – Subdivisão de um acto. Em cada cena, sai uma personagem ou entra outra.
Cenógrafo – Responsável pela criação/execução dos cenários.
Didascálica – Indicação cénica que se refere à caracterização (atitudes) das personagens em vários momentos da peça, à sua movimentação em cena (entrada, saída, etc.), aos lugares em que se passa a história e ao tempo em que ela decorre.
Guarda-roupa – Conjunto de trajes que são pertença de uma companhia de teatro para desempenho dos actores em diferentes peças.
Papel – Parte da peça teatral que compete a cada actor desempenhar.
Contra-regra – Aquele que marca a entrada dos actores em cena.
Deixa – Palavra ou palavras do fim da fala de uma personagem, que determinam quando a outra personagem deve iniciar o seu discurso/a sua fala.
Aparte – Falas de uma personagem que, segundo as convenções (regras) teatrais, se destinam a ser ouvidas pelo público e não pelas outras personagens.
Bastidores – Espaço por detrás e ao lado do palco, fora da vista dos espectadores, onde os actores esperam pela sua entrega e onde se guardam os adereços e outros matérias.
Contracenar – Representar em contracena. Contracena significa estar fora de cena principal. Enquanto algumas personagens dialogam realmente, outras, em contracena, findem dialogar para atingir determinado objectivo.
Palco – Parte do teatro onde os actores representam.
Ponto – Pessoa que, durante a peça e escondida do público, lê o texto, em voz baixa, aos actores quando eles se esquecem das suas falas.
Público – Pessoas que assistem à representação de uma peça de teatro.
Autor/Dramaturgo – Autor das peças.
Caracterizador – pessoa que caracteriza, que cria no actor uma face consentânea ao papel que ele vai desempenhar. Vários recursos/materiais são utilizados para alterar uma face.
Director(a) – Responsável máximo por uma companhia de teatro.
Encenador (encenação) – Aquele que idealiza o espectáculo teatral, dirigindo os actores nos seus papeis, levando à cena um texto original ou adaptação de um original. F
igurista – Técnico do teatro que se ocupa dos modelos, dos figurinos (vestuário, maquilhagem, penteado e outros complementos).
Fotógrafo (fotografia) – Técnico especializado que regista os momentos, as cenas de uma peça de teatro. Pode acumular com as funções de operador de vídeo.
Luminotécnico – O responsável pela iluminação, pelo efeito das luzes em cena.
Produtor (produção) – Cargo que tem como objectivo organizar, coordenador a realização de uma obra artística.
 Sonoplasta (sonoplastia) – Pessoa responsável pela selecção e execução pela selecção e execução dos efeitos acústicos que constituem o fundo sonoro de uma peça de teatro.
Escrito por mister em 08:59:38 | Link permanente | Comments (0) |