Quinta-feira, Fevereiro 22, 2007

  Resumo do livro “Os seis contos de Eça de Queirós” A aia          Era uma vez um rei muito valente. Ele partiu para uma batalha e deixou um filho no berço.Um certo dia um cavaleiro trouxe a triste noticia que o rei tinha morrido. A mulher chorou muito, sobretudo por ter deixado no meio de tantos inimigos. O pior desses inimigos era o tio da criança que queria mandar no reino e ter grandes tesouros. Ele vivia num castelo com os seus guerreiros.           O princepesinho corria um grande perigo, com o princepesinho dormia um escravozinho que era filho de escrava que dava de mamar ao princepesinho. Ambos tinham nascido no mesmo dia. A escrava gostava dos dois por igual um porque era seu filho e o outro porque seria seu rei. Ela temia pelo princepesinho porque o tio cruel ia tentar roubar o trono.           Já pelo contrário o seu filho não era rico, talvez fosse mais feliz.          O tio cruel tinha descida á planície com os seus homens, por onde passava deixava marcas de morte e destruição. Agora quem reinava era a mulher cheia de medo. Só a escrava parecia capaz de defender o princepesinho. Uma noite estava a escrava a dormir com os dois meninos quando ouviu passos no jardim e ela começou a escutar, afastou a cortina e viu homens, clarões de lanterna e armas.                    Ela percebeu logo que era o tio cruel a tentar assaltar o palácio e matar o princepesinho. Então rapidamente pegou no princepesinho e pôs no berço de verga. Um homem entrou no quarto com outros que erguiam lanternas. Olhou para o berço de marfim, e arrancou de lá a criança e desapareceu com ela. Mas de repente ouviu-se gritos de alarme. Tratava-se de lutas no pátio. A rainha entrou no quarto gritando pelo filho. Ela viu o berço de marfim com as roupas desmanchadas e caiu chorando. Então a escrava abriu o berço de berga e lá estava o príncipe. Nesse instante ouviu-se um clamor.          Foi o capitão dos guardas que anunciou a morte do tio cruel, mas o filho da escrava tinha morrido por mãos ferozes!                A rainha chorando e rindo ao mesmo tempo ergueu os braços do príncipe.          As duas mães abraçaram-se. E para compensar a escrava levaram-na ao tesouro para ela escolher as riquezas que quisesse. Quando abriram as portas e as janelas gradeadas a sala brilhava de ouro e de pedrarias. Aí estavam todas as riquezas acumuladas durante vinte séculos. A ama não se movia. Depois a ama estendeu as mãos e agarrou um punhal.             O tesouro  Os três irmãos Rui, Guanes e Rostabal eram muito pobres e fidalgos. Nas noites frias iam dormir á estrebaria para aproveitar o calor das éguas.            Numa manha foram á mata e encontraram um cofre de ferro, ele tinha três fechaduras e três chaves. O cofre estava cheio de moedas de ouro. O Rui sugeriu que o tesouro fosse dividido pelos três.  Eles não sabiam como o transportar. Ficou decidido que o Guanes ia a aldeia comprar três sacas de couro para transportar o achado, e também comparar comida para as éguas e para os três.          Mas o Guanes desconfiava dos irmãos. Os outros irmãos sentaram-se.          O Rui lembrou-se que nessa manha o Guanes não queria ir a mata, eles é que tinham insistido. O Rostabal ao primeiro não concordava mas depois concordou em matar o Guanes e quando ouviram a égua a chegar zás! O Rostabal espetou a espada na garganta de Guanes. Depois foi-se lavar porque estava cheio de sangue. O Rui deu um golpe certeiro e matou o seu outro irmão.          Agora o tesouro era só dele. Ele iria dizer que os irmãos tinham morrido a lutar contra os mouros. Então abriu as três fechaduras. Comeu o petisco que Guanes tinha ido comprar. Puxou uma das éguas para junto do cofre ergueu a tampa mas desequilibrou-se, e deixou cair as moedas todas.          Sentia lume no estômago que vinha até as goelas. Ele suava termia, chamava pelos irmãos. Depois descobriu que era veneno. E chegou a conclusão que Guanes ia tentar matar os dois irmãos.          E os três irmãos ficaram mortos.                      O defunto      Em 1474 foi viver para Segóvia um moço chamado D.Rui de Cardernas. Ele casou com uma menina conhecida pela sua beleza.          D.Rui gostava de ir á igreja e uma vez encontrou D.Leonor e apaixonou-se logo por ela. D.Leonor só ia á igreja porque o marido era muito ciumento. Depois descobriu onde ela morava. D.Rui depois conformou-se que ela não gostava dele. Deixou de a procurar.          A aia foi logo contar ao marido de D.Leonor que D.Rui estava apaixonado por ela. O marido mandou avisar D.Rui e D.Leonor e proibiu-a de sair. D.Rui pôs-se a imaginar um plano para que ele não entra-se no palácio.         Uma noite depois de muito matutar, chamou         os criados. E mandou os preparem trochas e cavalos e disse-lhes que amanhã mudariam de casa. A saída não foi em segredo para que D.Rui soube-se.Uma noite o marido ameaçou-a se ela não escreve-se uma carta ele ia matá-la. E ela disse que tinha compreendido mal o amor que sentia. Pediu para irem de noite pelo jardim. Ela corou e fez a carta a D.Rui de Cardernas. Ela pensava que era o rapaz e pensou que era o rapaz da igreja. Quando estava D.Rui a entrar em casa um moço entregou a carta D.Rui perguntou qual era o caminho para Cabril então o criado disse-lhe. Quando lá chegou disseram para ir lá. Eles pediram para ele se cortar, e ele fez um golpe e caiu um homem no chão. O homem pediu para o tirarem dali. D.Rui ainda pensou em voltar para trás mas o convite era muito bom. D.Rui chegou a Cabril com um enforcado. Encostado a uma varanda estava uma escada com degraus de corda e o enforcado empurrou o jovem. D.Rui compreendeu a traição. O enforcado pediu para o enforcarem outra vez, porque era essa a vontade de Deus e de Nossa Senhora. Quando D.Rui chegou a Segóvia e ajoelhou-se a frente da imagem de sua madrinha. A essa hora em Cabril, Sara andava pelo jardim á procura do corpo D.Rui. E voltou a percorrer o jardim mas nada. Cheia de incertezas partiu num cavalo e encontrou D.Rui. D.Afonso quis ir ao capelão “Cerro dos Enforcados”.                  Um dia encontraram um morto debaixo da varanda D.Leonor herdeira de todos bens da Casa de Sara. D.Rui estava diante do altar. Ele virou-se para trás e estava ela.          Foi aí que o bispo os casou no ano de 1475.                                                          Frei Genebro             Era uma vez um frei que se chamava Genebro e tentava ser santo.Quando tinha ideias marotas tentava enxota-las. Ele ajudava toda a gente. Genebro foi preso para proteger os escravos. Um dia Genebro para uma viagem, avistou um castelo e lembrou-se do seu amigo frei Egídio e foi ter com ele, mas quando entrou ele estava muito doente. O amigo disse-lhe que lhe apetecia uma perna de porco assada. Genebro lembrou-se de dois porcos que tinha visto á vinda para casa de Egídio, ele foi lá e cortou uma perna ao porco e assou-a. Ao descer o monte o pastor estava furioso por terem cortado a perna ao porco. A fama de Genebro foi-se espalhando e uma vez ele fez uma coisa extraordinária, a multidão irai-lhe fazer uma homenagem. Ele rebolou num monte de estrume para fugir a vaidade, era um verdadeiro santo, mas como ninguém dura para sempre ele morreu. Os amigos ficaram todos contentes por terem um companheiro assim! Frei Genebro estremeceu os anjos, um porquinho com três pernas?         E deixaram cair a alma de S.Genebro na escuridão do purgatório.                 Civilização          Jacinto era um rapaz feliz, mas andava sempre aborrecido. Ele possuía todas as obras sobre inteligência e estupidez humana.          Toda a gente que entrava naquele armazém adormecia. Jacinto tinha um amigo possuía todo o tipo de instrumentos de escrita. Ele tinha trinta e cinco dicionários. A civilização manifestava-se principalmente em aparelhos modernos.          Certa noite quis mostrar a umas senhoras a máquina vozes, só que ele avariou o aparelho, o aparelho só dizia “maravilhosa invenção”, eles saíram de casa e só voltaram no dia seguinte. Apenas um electricista o conseguiu arranja-lo.          Na sala também havia muitas modernidades, talheres, copos, aguas, comidas para todos os gostos. Como ele era muito amigo do Jacinto, uma vez subiu ao quarto e viu todos os utensílios para toilette. Ele ganhou horror ao lavatório porque a torneira saiu e começou a mandar jactos de água a ferver.          Dois inventores tinham a obrigação de mandar todas as invenções que dessem conforto.          Numa Primavera Jacinto fez uma viagem á montanha, ele preparou a viagem durante sete semanas. E mandou tudo o que era necessário para passar duas semanas na montanha.  Eles partiram com trinta e sete malas. Tinham três minutos para trocar de comboio. Ao fim de uma hora chegaram á estação. Não havia nada para subirem até Torges, mas depois arranjaram uma égua e um burro. Quando cegaram o Zé Brás recebeu-os. Jacinto perguntou pelas coisas que tinha mandado, mas não tinha chegado nada e eles dormiram nas palhas. Na última divisão eles largaram tudo o que tinham. Jacinto murmurava: isto é horroroso. Para comerem havia os garfos de ferro e copos roxos com o vinho. Jacinto esfregava os talheres e dizia: está bom. Jacinto adorou o jantar e no fim do jantar foram ver o céu. Depois apareceu Zé Brás a dizer: as suas camas estão prontas. Jacinto gostava de ler e perguntou: não há nada para ler? E dividiram o jornal. O amigo do Jacinto foi para casa da sua tia que morava perto dali. Quando voltou a casa estava praticamente nova. O amigo perguntou se iria ficar por ali até ao fim do Verão, e ele respondeu que era para sempre. -Para sermos felizes temos de regressar ao “Paraíso” – disse ele.   Jacinto casou com uma rapariga da serra. Ele em Torges encontrou paz e simplicidade.                   
Escrito por mister em 12:15:04 | Link permanente | Comments (1) |
Comentário
1 - Daniel, em primeiro lugar deves ter atenção à formatação dos textos. Vais editar novamente os resumos, mudando a cor do último texto, pois é difícil de ler. Depois o que é preciso é continuar sem parar. Bom trabalho. (Comentar)

Escrito por: Professor Paulo Faria em 2007/03/05 - 01:03:51
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