Saturday, December 13, 2008

A obra mais ousada

            Como é conhecido por todos, a ida do homem ao espaço e os Descobrimentos marítimos dos séculos XV e XVI, estão até hoje considerados os maiores feitos dos realizados pelo homem.

            De uma maneira geral penso que os Descobrimentos marítimos dos séculos XV e XVI são o feito mais importante do homem, mas não podemos de maneira nenhuma esquecer a ida do homem ao espaço.

            Tenho esta opinião porque quando o homem foi ao espaço, o homem já sabia o que esperava, através de várias experiências feitas no passado, e também dispunham de vários e diversos meios técnicos e científicos.

            Nos Descobrimentos marítimos dos séculos XV e XVI, há mais aventura, há mais aspectos imprevisíveis, não há apoio terrestre. A única ajuda que eles possuíam era de poucos instrumentos, e ainda por cima eram pouco fiáveis, como bússolas e mapas.

            A única semelhança existente entre estes dois feitos, é que foram absolutamente importantes para o mundo.  

 

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Tuesday, November 11, 2008

Desigualdades sociais

    As desigualdades sociais existem desde de sempre. Mas com a globalização começou a ser mais evidente, porque as pessoas que tem muito dinheiro e muitos bens fazem questão de o demonstrar. 
    Por outro lado existe no mundo muita gente que sobrevive com pouquíssimo dinheiro, praticamente não tem dinheiro para o sustento diário. Países Africanos e Asiáticos são exemplos de onde vivem estas pessoas. Pessoas como estas não tem acesso a bens de primeira necessidade, como, água potável, cuidados de saúde, educação, etc. 
    Cada vez mais os países desenvolvidos não ajudam os países em desenvolvimento a desenvolverem-se, apenas fornecem alguns bens quando há uma catástrofe natural, para calar o mundo. Os países desenvolvidos não ajudam os outros países a desenvolverem-se, porque assim podem continuar a comprar petróleo e não só, a preços miseráveis. E assim também continuam a ser as grandes potências industriais.
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Saturday, October 25, 2008

Resposta ao vídeo

A liberdade, 
é em tudo um desafio
perdemos uma vida para a conquistar
e num pequeno lapso
tudo pode ser perdido.

 

Eu quero viajar
nas águas da tempestade
viajar sem parar
assim em relação aos outros,
sinto uma enorme superioridade.   

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Uma viagem imginária


 

 

 

Estava eu de partida para umas férias de sonho, pelo menos pensava eu.

Encontrava-me no aeroporto Francisco Sá Carneiro já dentro do avião. No avião estava um ambiente espectacular, até um passageiro ter feito um comentário menos simpático a outro passageiro. Ao certo não sei bem o comentário que foi dito, só sei que se referia à forma de vestir do passeiro a quem o comentário foi dirigido.

E como é óbvio o passeiro que foi insultado não achou muita piada, e respondeu com outro comentário desagradável.

Foi isto durante muito tempo, um insultava e o outro respondia.  

A certa altura, os dois passageiros passaram das agressões verbais a agressões físicas. Com toda aquela pancadaria entre os dois, e as outras pessoas a tentar separa-los, gerou-se uma grande confusão.

E sem ninguém perceber como, partiu-se um vidro da janela do avião, deve ter sido alguém que bateu com muita força no vidro.

Com o vento todo a entrar para avião, alguns passageiros ficaram gravemente feridos com os embates gerados pela força do vento. Outros pensavam que iam morrer.

A sorte foi estarmos a chegar ao nosso destino e o piloto manter sempre a calma durante todo aquele aparato. Assim o avião aterrou com segurança no aeroporto previsto.

Para alguns foi apenas um valente susto, para outros um valente susto e alguns ferimentos graves.   

 

 

 

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Saturday, October 18, 2008

Biografia de Émile Zola



 A Vida

      Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência.       

Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant’s e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (…) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre.

A obra de carácter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo.

Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J’acccuse destinada ao então presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L’Aurore em 13 de Janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894.

Émile Zola faleceu em 29 de Setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias dos ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio.

 

A obra

Émile Zola foi o idealiza dor e principal expoente do naturalismo na literatura. Seu texto conhecido como O romance experimental (1880) é o manifesto literário do movimento.

Thérèse Raquin, seu primeiro romance com larga repercussão, apresenta inúmeras inovações que permitem classificá-lo como primeira obra naturalista. Pela primeira vez, Zola combina algumas das teorias mais polémicas da sua época, tais como darwinismo, evolucionismo e determinismo científico, compondo o primeiro romance de tese já escrito (“um grande estudo fisiológico e psicológico”, segundo ele próprio).

Inspirado pela colossal obra A Comédia Humana (constituída por 89 romances, novelas e contos) de Honoré de Balzac, um dos mestres da literatura francesa, Zola iniciou, em 1871, seu grande projecto: a série Os Rougon-Macquart (Les Rougon-Macquart) à qual deu o subtítulo de história natural e social de uma família sob o segundo império, composta por 20 romances de cunho naturalista, escritas entre 1871 e 1893. No prefácio de A Fortuna dos Rougon (La Fortune des Rougon, 1871), primeiro volume da saga dos Rougon-Macquart, Zola justifica:

Eu desejo explicar como uma família [os Rougon-Macquart], um grupo reduzido de seres humanos, conduz a si mesma dentro de um determinado sistema social (…) dando origem a dez ou vinte membros, que, embora possam parecer, à primeira vista, profundamente divergentes uns dos outros, são, como a análise demonstra, mais intimamente ligados por meio da afinidade. Hereditariedade, como a gravidade, tem suas leis.

Entre os principais romances de Os Rougon-Macquart estão: O Ventre de Paris (Le Ventre de Paris, 1873), A Terra (La Terre, 1887), Nana (1880) e Germinal (1885).

Em sua obra (especialmente em Rougon-Macquart), Zola tentou empregar o método científico vigente em seu tempo, apresentando a influência da hereditariedade e do meio na formação da personalidade individual (determinismo científico). Tal rigor científico aliado a sua habilidade de criar textos documentais, confere veracidade a seus romances.

Zola escreveu uma segunda série intitulada As três cidades, sobre problemas religiosos e sociais. Atraído pelas teorias socialistas e depois evoluindo para uma visão messiânica do destino humano, escreveu uma terceira série, Os quatro evangelhos, que ficou incompleta, com a sua morte.

Apesar da qualidade literária de seus escritos e de sua obstinação, nunca integrou a Academia Francesa de Letras. Sua candidatura foi apresentada 24 vezes.

 

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Friday, September 26, 2008

Poemas

                                                        E por vezes

E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
 E por vezes os braços que apertamos
 nunca mais são os mesmos

E por vezes encontramos de nós em poucos meses
 o que a noite nos fez em muitos anos
 
E por vezes fingimos que lembramos
E por lembramos vezes
 
ao tomarmos o gosto aos oceanos
 só o sarro das noites não dos meses
 lá no fundo dos copos encontramos
 
E por vezes sorrimos ou choramos
 E por vezes por vezes ah por vezes
 num segundo se envolam tantos anos.

Obra: Rosa do Mundo
Autor: David Mourão-Ferreira 

                            Pequeno jardim zoológico


Teus dois pequenos seios
sorriem dentro da tarde
Eu de noite acendo fósforos
para ver como dormem.  


Teus dois pequenos roedores
Me comem os dedos
No escuro.

De manhã, asas de pássaro
nas minhas mãos.                                                             

Obra: Rosa do Mundo
Autor: Yánnis Kondós

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Monday, May 26, 2008

As plantas ajudam

Quando vi o filme a cena que mais me chamou atenção, foi quando o senhor regou a planta, e quando o senhor adormeceu a planta libertou uma folha para o cobrir. Penso que essa cena nos quer dizer que, as pessoas ao tratar das plantas elas certamente nos irão ajudar muito mais que nós as ajudamos.

 Se continuarmos a poluir a Terra, todas as plantas vão morrer e nós não vamos ter oxigénio para respirar.                         

Também acho que o filme nos quer alertar para a desflorestação.

 

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Thursday, May 15, 2008

Porque escolhi o poema

Eu escolhi este poema porque conta grandes verdades. Um dos factos que também me levou a escolher este poema, foi porque gostei muito das rimas apresentadas no poema.      

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O Das Quinas

O das  quinas

Os Deuses vendem quando dão.
Compra-se a glória com desgraça.
Ai dos felizes, porque são
Só o que passa!

Baste a quem baste o que lhe basta
O bastante de lhe bastar!
A vida é breve, a alma é vasta:
Ter é tardar.

Foi com desgraça e com vileza
Que Deus ao Cristo definiu:
Assim o opôs à Natureza
E Filho o ungiu!

Fernando Pessoa - Mensagem

 

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Monday, May 12, 2008

Amor é Fogo

Posted by mister at 10:57:21 | Permalink | No Comments »